sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Muito mais do que uma cesta

Pode parecer clichê, entretanto o que faz um time vencer é muito mais do que simplesmente jogar bem. Luis Felipe de 17 anos, jogador de basquete pela categoria juvenil do colégio São Luís, é o exemplo de um verdadeiro atleta. Além de dar show nas quadras, o estudante também demonstra ter uma consciência sobre o que o esporte realmente é: sentir-se bem! Esta é sua segunda vez no InterBand e, mesmo com experiência no campeonato, ele conta que sempre fica nervoso antes de entrar em cena. Porém, para acalmar um pouco o jovem, a mãe Beatriz está ao seu lado em todas as partidas, não só porque o filhão estará competindo, mas também porque se interessa bastante por basquete. A equipe de Luis mostrou que não é só boa em fazer cestas. Alguns dias antes da partida de quinta-feira (22), os atletas se reuniram em uma série de treinos noturnos. No entanto dois jogadores consideraram que não estavam prontos para fazer seus colegas se orgulharem deles e então decidiram se juntar para treinar um pouco mais de arremessos. Além disso, todos elogiaram o treinador, que apesar de um pouco rigoroso, trata cada um como um filho. Luis também falou muito bem do campeonato. Disse que é muito importante que o Colégio Bandeirantes dê essa oportunidade, já que são raros os campeonatos entre escolas. Que exemplo hein Luis!
Por Fabiana Bastos
Editora Estela Suganuma

Bola Fora

No jogo Rio Branco e N.S. das Graças de futsal feminino deixou marcas dentro e fora de campo. Maria Eugênia do Santa Cruz que estava assistindo ao jogo da arquibancada foi surpreendida por uma bolada no rosto no meio da partida por um chute de curta distância de uma jogadora do N.S. das Graças.Como se não bastasse o susto, Maria ainda viu o seu nariz sangrar e seu olho ficar vermelho, mas após ser atendida pelos médicos de plantão do InterBand declarou estar bem. Mais sorte da próxima vez Maria!
Por Gisela Chulman
Editora Estela Suganuma

É só o começo

A derrota do Rio Branco por um placar elástico quarta-feira (15 de agosto) no handebol juvenil masculino, 19 a 7 para o time da casa não foi suficiente para abater a equipe. Apesar do amargo gosto da derrota na estréia do campeonato, Lalo, treinador do Rio Branco, continuou a incentivar seus atletas e a acreditar no time “Esse foi o nosso primeiro jogo com essa equipe” disse explicando o mau começo. Segundo o professor Lalo o time rendeu abaixo do esperado cometendo muitos erros como a imprecisão de arremessos.
A explicação para a precipitação no jogo pode vir de fora das quadras. Lucas, o goleiro titular do time, passou por uma cirurgia no nariz há pouco tempo e retornou às quadras neste jogo com um certo nervosismo “me senti um pouco inseguro para entrar em algumas bolas” disse ele, apesar de receber todo o apoio dos companheiros de equipe e do treinador.
Mas a expectativa para o InterBand continua, Giovane, o ponta direita do time, ainda se diz confiante para a continuidade do torneio mesmo sendo uma equipe nova e jovem, já que muitos jogadores são de uma categoria a baixo.E quem divide essa confiança com Giovane é sua torcida pessoal, mãe e namorada o acompanham em todos os seus jogos, uma vez que ele e muitos outros jogadores desta equipe praticam também futsal.Esta outra modalidade esbanja mais confiança para as torcedoras e para o time também, segundo Giovane “temos muito mais chances no futsal”.
Por Gisela Chulman
Editora Estela Suganuma

Minutos finais

Os jogos dessa última quinta-feira (22) trouxeram muita emoção para o InterBand. Dentre as partidas que ocorreram, o Colégio ARC (Arquidiocesano) enfrentou o Pinheiro no handball na categoria mirim e terminou a disputa levando a vitória para casa, fazendo 20 a 17. No entanto, apesar do jogo Ter contato com muito nervosismo e ansiedade, uma vez que ocorreu um grande equilíbrio entre ambas as equipes, os minutos finais foram de fazer qualquer um colocar a mão no coração. O juiz estava quase dando o jogo por encerrado, quando o goleiro Cristhian Sfeir (14) fez um golasso! Isso mesmo o goleiro! E, mais surpreendente ainda, é o fato de Cris não ser nem o goleiro oficial e muito menos reserva, o estudante normalmente atua na linha, mas devido a uma viagem escolar, o goleiro oficial não pode estar presente. A dúvida é, após Cris Ter dado um verdadeiro show de bola, será que permanecerá titular quando o oficial voltar?
Por Fabiana Bastos
Editora Estela Suganuma

Tamanho não é documento

Para provar esta máxima, Nicolau (8ªA) do colégio Bandeirantes foi o destaque do jogo de basquete mirim nesta última sexta-feira, dia 17, contra o Rio Branco, mesmo não sendo ajudado pela sua estatura. O camisa cinco da equipe bandeirantina é a aposta do técnico para esse campeonato e, também, para a liga da qual ainda estão invictos.O ala afirmou que sua habilidade compensa sua altura (na verdade, a falta dela) e que comparece a todos os treinos.O cestinha da partida, com 9 pontos, e já xodó da torcida não se diz intimidado pela quadra lotada, aliás declarou até gostar disto o que aumenta ainda mais a expectativa para o campeonato. Essa expectativa pelo título é compartilhada pela equipe que confia no seu camisa cinco, que já brilhou em 2005 ao ser destaque do InterBand, porém desta vez promete fazer melhor, conquistando o título, já que na edição passada, o Bandeirantes ficou em quarto lugar, e depois pensará no prêmio de destaque, pois considera o coletivo mais importante.
Outro baixinho habilidoso na equipe é o pequeno Eriki (8ªB) que mede apenas 142 centímetros! O mascote do time joga desde a 6ª série e se sente confiante mesmo perto de adversários altos. O armador não hesitou ao eleger Nicolau como o mais habilidoso e não faltaram elogios ao companheiro “ele chuta bem de 3, sabe cortar e armar bem o jogo”.
Por Gisela Chulman
Editora Magiu Pinheiro